Criadouro Realengo
10 ANOS
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REVISTA PÁSSAROS Ano 19 Nº108 Página 26
Homenagem aos 10 anos sem Realengo.

"10 ANOS "SEM" REALENGO

Realengo nasceu em 1987 e faleceu aos 18 anos às 20:32h em 02-06-2005.

Curió Realengo - Tudo que é imortal é porque cumpriu sua trajetória com batalhas vitoriosas, escreveu uma honrosa história.

Você, não só pelo seu estilo sui generis de canto, ou pelos seus 250 troféus. Ou por consagrar-se campeão pelos campeonatos coordenados pela FENAP ( Federação Nacional dos Criadores de Pássaros) nos anos 1990 e 1993, além de um vice-campeonato em 1995, nas participações de 1990 a 1995 onde obteve trinta e três 1º lugar e vinte oito 2º lugar em torneios. Ou pela FOGO (Federação Ornitológica dos Estado de Goiás) classificou-se campeão na temporada 2000-2001 e um vice-campeonato na temporada de 1999-2000. Ou porque foi campeão pela FEOMG (Federação Ornitológica de Minas Gerais) na temporada 2000-2001. Mas, pela bela composição da obra completa que você mesmo insculpiu... Nós dois sempre nos entendíamos, era uma cumplicidade infinda, eu sabia exatamente o que se passava com você e você me respondia através do seu comportamento exatamente o que eu estava pensando.

Quando você se foi... Pensei que havia morrido grande parte de mim... Porém, com o passar do tempo fui percebendo que você é tão falado a todo instante... Tão lembrado através dos seus filhos, netos, bisnetos e mesmo por você com sua grandiosa história. Você Realengo é tão presente no meu dia-a-dia que cheguei à conclusão que és imorredouro.

Realengo - 10 anos "sem" seu canto ao vivo, sua presença física. Percebo que, quem nos conquista realmente permanece dentro de nós, trazendo-nos infinitas alegrias independentemente de estar ao nosso lado ou não.

Você Realengo já estava destinado para ser meu independente de qualquer adversidade, na realidade penso eu que, desde Noé em sua arca já havia um pedacinho de você predestinado para ser meu.

Realengo você me faz crer que a sua história é sem ponto final...

Olho você em sua redoma... Penso, quantas vezes nós dois cruzamos estas estradas deste nosso Brasilzão afora... Saudades muitas meu Eterno Amigo.

Agradeço a você por tudo."

Waldir P.Silva